sábado, 16 de maio de 2015

Minicurso Fenomenologia

Minicurso Fenomenologia e Psicologia: Fundamentos para a prática clínica!

Data: 20 de junho das 8h às 12h e das 13h às 17h
Haverá emissão de certificado

Investimento: R$ 180,00 para alunos e profissionais
R$ 130,00 para alunos do curso de Formação em Gestalt-terapia do Instituto Figura-Fundo.

Inscrições: http://www.institutofigurafundo.com.br/p/minicurso-1.html


1) Roteiro: Questões Fundamentais
1. Qual a questão da clínica?
2. A que se presta a psicoterapia?
- Destinação, objeto e objetivos.
- “Cegueira” do Édipo e o esquecimento dos fundamentos
3. O que é Fenomenologia?
            - Fundamentos e posições
            - Possibilidades e limites (campos distintos)
            - Conceitos fundamentais
            - No que a fenomenologia pode auxiliar a clínica?
4. Impacto da Fenomenologia na Clínica
            - Psiquiatria e psicopatologias fenomenológicas
- Jaspers, Binswanger, Minkowski (e outros)
- Psicoterapias “fenomenológicas” (Binswanger, Boss e outros)
- O que são modelos “fenomenológicos” de psicoterapia?
5. Possibilidades de uma atitude clínica fenomenológica
- Pensar a própria possibilidade de pensar a clínica psicológica
- “Modos” de se estar-com na clínica
- Condições de “ser” (posições de sujeito) na clínica
- Naturalismos, naturalizações e abertura.



2) Bibliografia Consultada
Bucher, R.E. (1989). Psicoterapia pela Fala, São Paulo: E.P.U.
Cardoso, C.L. (2014). Apontamentos para a Fenomenologia Aplicada à Clínica. In: José Paulo Giovanetti (Org.). Fenomenologia e Psicoterapia (pp. 35-52). Belo Horizonte: FEAD.
Casanova, M.A. (2012). Heidegger e o Escuro do Existir: Esboços para uma Interpretação dos Transtornos Mentais. In. José Paulo Giovanetti (Org.). Fundamentos Filosóficos da Psicologia Existencial (Conferências do II Congresso Brasileiro de Psicologia Existencial) [pp. 05-20]. Belo Horizonte: FEAD.
Evangelista, P.E.R.A. (2013)(Org.). Psicologia Fenomenológico-Existencial. Possibilidades da Atitude Clínica Fenomenológica. Rio de Janeiro: ViaVerita.
Holanda, A.F. (2011). Fenomenologia do Cuidado: Reflexões para um olhar sobra o binômio saúde-doença. In. Adão J.Peixoto & Adriano F.Holanda (Orgs). Fenomenologia do Cuidado e do Cuidar. Perspectivas Multidisciplinares (pp. 67-84). Curitiba: Juruá Editora.
Holanda, A.F. (2014a). Fenomenologia e Humanismo. Reflexões Necessárias. Curitiba: Editora Juruá.
Holanda, A.F. (2014b). Por uma Clínica Fenomenológica do Sofrimento: O sofrer é do sofrente e do existente. In. Ileno Izidio da Costa (Org.). Sofrimento Humano, Crise Psíquica e Cuidado. Dimensões do sofrimento e do cuidado humano na contemporaneidade (pp. 115-154). Brasília: Editora UnB/Finatec.
Moreira, V. (2009). A Gestalt-terapia e a Abordagem Centrada na Pessoa são Enfoques Fenomenógicos?. Revista da Abordagem Gestáltica, 15 (1), 3-12.
Rehfeld, A. (2014). Especificidade de uma Psicoterapia Fenomenológico-Existencial. Conferências do II Congresso Internacional de Psicologia Existencial, pp. 39-47, Belo Horizonte, FEAD.
Sá, R.N. (2012). Psicoterapia, Filosofia e Cuidado de Si. In. José Paulo Giovanetti (Org.). Fundamentos Filosóficos da Psicologia Existencial (Conferências do II Congresso Brasileiro de Psicologia Existencial) [pp. 21-40]. Belo Horizonte: FEAD.

3) Bibliografia Adicional
Amatuzzi, M.M. (1989b). O Resgate da Fala Autêntica, Campinas: Papirus.
Amatuzzi, M.M. (1992). O Silêncio e a Palavra, Estudos de Psicologia (Campinas), 9 (3), p.77-96.
Barreto, C.L.B.T.; Morato, H.T.P. & Caldas, M.T. (2013)(Orgs). Prática Psicológica na Perspectiva Fenomenológica. Curitiba: Juruá Editora.
Bernet, R. (1992). Délire et Réalité dans la Psychose, Études Phénoménologiques, 15, 25-54.
Binswanger, L. (1971). Introduction à l´Analyse Existentielle. Paris: Les Éditions de Minuit (Original publicado em 1947).
Castro, T.G. & Gomes, W.B. (2011). Movimento Fenomenológico: Controvérsias e Perspectivas na Pesquisa Psicológica. Psicologia, Teoria e Pesquisa (Brasília). 27 (2), 233-240.
Cytrynowicz, D. (1997). Psicoterapia: Uma Aproximação Daseinsanalítica, Daseinsanalyse, Nrs.1, 2 e 4, pp.63-70.
Fernandes, M.A. (2011a). Do Cuidado da Fenomenologia à Fenomenologia do Cuidado. Em Adão José Peixoto & Adriano Holanda (Orgs). Fenomenologia do Cuidado e do Cuidar: Perspectivas Multidisciplinares [pp. 17-32]. Curitiba: Editora Juruá.
Greening, T.G. (1973). Existential Humanistic Psychology. Belmont: Brooks/Cole Publishing Co.
Halling, S. & Nill, J.D. (1995). A Brief History of Existential-Phenomenological Psychiatry and Psychotherapy. Journal of Phenomenological Psychology, 26 (1), 1-45.
May, R. (1967). Orígenes y Significado del Movimiento Existencial en Psicología, Em Rollo May, Ernest Angel & Henri F.Ellenberger (Eds), Existencia, Madrid: Editorial Gredos S.A. (Original publicado em 1958).
May, R. (1988) (Org.). Psicologia Existencial, Rio de Janeiro: Globo (Original publicado em 1960).
Moreira, V. (2009). Clínica Humanista-Fenomenológica. Estudos em psicoterapia e psicopatologia crítica. São Paulo: Annablume.
Moreira, V. (2013). Revisitando as Psicoterapias Humanistas. São Paulo: Intermeios.
Nigel, T. (2013). Como é ser um morcego? Revista da Abordagem Gestáltica/Phenomenological Studies, 19 (1), 109-115.
Raffaelli, R. (2004). Husserl e a psicologia. Estudos de Psicologia (Natal). 9 (2), 211-215.
Spiegelberg, H. (1972). Phenomenology in Psychology and Psychiatry. A historical introduction, Evanston: Northwestern University Press.
Spiegelberg, H. (1982). The Phenomenological Movement: a historical introduction. Boston: Martinus Nihjhoff.
Valle, R.S. & Halling, S. (1989). Existential-Phenomenological Perspectives in Psychology. New York: Plenum Press.

Valle, R.S. & King, M. (1978)(Orgs.). Existential-Phenomenological Alternatives for Psychology. New York: Oxford University Press.